O perigo dos cigarros eletrônicos


Ao contrário do que se pensa, os cigarros eletrônicos não ajudam na diminuição da dependência do cigarro tradicional, pois também possuem nicotina. E mesmo aqueles que não têm nicotina, que só usam o líquido aromatizante, também apresentam riscos! ⠀


A nicotina presente VICIA e cria uma dependência química definitiva a partir de qualquer quantidade inalada ou até mesmo por contato na pele, após alguns meses.


Os fabricantes alegam que não há riscos no cigarro eletrônico pois o consumidor não inala a fumaça e sim o vapor, aí o pulo do gato: mas qual a diferença entre os dois? Nenhuma, pois ambos são o suporte de agentes químicos perigosos que penetram no organismo pelas vias respiratórias.

De acordo com o INCA, estudos mostram que os níveis de toxicidade podem ser tão prejudiciais quanto os do cigarro tradicional, já que combinam substâncias tóxicas com outras que muitas vezes apenas mascaram os efeitos danosos.⠀

O risco de tabagismo passivo é grande também para as crianças que estão no mesmo ambiente, pois inalam a fumaça gerada pelos aparelhos. Também já foram registrados casos em que a criança, curiosa, consegue pegar o cigarro eletrônico, quebra o vidro e tem contato direto com o líquido da nicotina. Isso pode desencadear uma intoxicação com consequências gastrointestinais e neurológicas.⠀

A única forma de evitar o risco é interrompendo o uso do cigarro!⠀


Você já sabia disso ou esse assunto foi novo para você? Comente o que achou e deixe sua sugestão de novos temas!


Revista Cultura e Saber

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